Isola di Sant'Andrea em Gallipoli: Como Chegar e o Que Saber
2026-03-17
A pouco mais de uma milha da costa de Gallipoli, uma silhueta plana e rochosa emerge do mar Jónico. A Isola di Sant'Andrea é um daqueles lugares que se vê todos os dias no horizonte sem saber realmente o que esconde. Sem bares de praia, sem guarda-sóis, sem trilhos turísticos — apenas um farol do século XIX, um tapete de vegetação rasteira e uma das colónias de aves marinhas mais importantes do Mediterrâneo. A ilha não se visita a pé: chega-se apenas de barco e vive-se a partir da água.
O que é a Isola di Sant'Andrea
A Isola di Sant'Andrea é uma ilha calcária plana com cerca de 500 metros de comprimento, no Parque Natural Regional Isola di Sant'Andrea e Litoral de Punta Pizzo. É uma área marinha protegida e o desembarque na ilha não é permitido para preservar o ecossistema frágil.
A protagonista é a gaivota de Audouin (Larus audouinii), uma espécie rara classificada como vulnerável. A ilha alberga uma das últimas colónias reprodutivas estáveis no Mediterrâneo ocidental. Os fundos são ricos em pradarias de posidónia que contribuem para a extraordinária clareza da água.
Um farol do século XIX continua de pé, visível desde a costa e tornado ícone da paisagem de Gallipoli.
Como chegar: apenas de barco a partir de Gallipoli
Não há ferries regulares, não há cais na ilha e nadar até lá seria perigoso por causa das correntes. O Tour A — Costa Sul da Sea Tour Gallipoli inclui a ilha no seu itinerário. Partida do cais Scale Nove no centro de Gallipoli, navegando pela costa sul passando por Baia Verde, Punta della Suina e Punta Pizzo até à ilha.
A excursão dura cerca de 3 horas e inclui paragens de banho, tempo para snorkeling, equipamento de snorkeling e um aperitivo com produtos locais do Salento — tudo incluído no preço.
O que se vê a partir da água
Ao aproximar-se da ilha, a primeira coisa que impressiona é a cor da água: do verde esmeralda da costa ao azul profundo do mar aberto em minutos. Com mar calmo, a visibilidade ultrapassa os 15 metros. Observam-se as paredes calcárias, as colónias de gaivotas em voo e as formas escuras das pradarias de posidónia no fundo. O farol domina o perfil da ilha.
Não é raro avistar polvos, estrelas-do-mar, sargos e bodiões nas águas circundantes.
O pôr do sol na ilha
O Sunset Tour passa pela ilha na hora dourada: o sol mergulha no Jónico e a silhueta do farol recorta-se contra um céu entre o laranja e o rosa — uma perspetiva impossível a partir de terra.
Snorkeling à volta da ilha
As águas estão entre as mais límpidas da zona mas requerem alguma experiência. A profundidade é maior do que nas enseadas costeiras — 5 a 10 metros mesmo perto da ilha — e podem existir correntes. Os fundos recompensam com esponjas, cardumes e a possibilidade de observar nudibranquios e pequenos crustáceos. Para mais spots, leia o nosso guia dos melhores spots de snorkeling no Salento.
Dicas práticas
Melhor época: junho a setembro, condições ideais em junho-julho. Em agosto reserve com antecedência. Meteorologia: com vento forte de norte ou de sul, a navegação até à ilha pode não ser possível. O que levar: protetor solar, chapéu, fato de banho, toalha e câmara. Água e aperitivo incluídos a bordo.
Viva a ilha com a Sea Tour
Escolha o Tour Sul para descobri-la de dia, ou o Sunset Tour para vê-la ao pôr do sol. Reserve agora — o mar mais bonito do Salento espera-o a uma milha da costa.
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